Neste resumo, você vai conhecer sobre a fascinante civilização do Egito Antigo, sua organização social, política, econômica e os mistérios de sua cultura e religião
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terça-feira, 27 de maio de 2014
segunda-feira, 26 de maio de 2014
VÍDEOS: EGITO ANTIGO
Egito Antigo - Grandes Civilizaçoes
History Channel - Construindo um Império - Egito
Sexo no Mundo Antigo: Erotismo no Egito
Teleaula: O Egito Antigo
PARTE 1
PARTE 2
QUESTÕES: EGITO ANTIGO
Na prova do Enem 2008, tente resolver esta questão sobre as cheias do rio Nilo, o rio mais importante para os habitantes do antigo Egito, responsável pela fertilização do solo em suas margens.
Questão 41:
Ao visitar o Egito do seu tempo, o historiador grego Heródoto (484 – 420/30 a.C.) interessou-se por fenômenos que lhe pareceram incomuns, como as cheias regulares do rio Nilo. A propósito do assunto, escreveu o seguinte:
“Eu queria saber por que o Nilo sobe no começo do verão e subindo continua durante cem dias; por que ele se retrai e a sua corrente baixa, assim que termina esse número de dias, sendo que permanece baixo o inverno inteiro, até um novo verão. Alguns gregos apresentam explicações para os fenômenos do rio Nilo. Eles afirmam que os ventos do noroeste provocam a subida do rio, ao impedir que suas águas corram para o mar. Não obstante, com certa freqüência, esses ventos deixam de soprar, sem que o rio pare de subir da forma habitual. Além disso, se os ventos do noroeste produzissem esse efeito, os outros rios que correm na direção contrária aos ventos deveriam apresentar os mesmos efeitos que o Nilo, mesmo porque eles todos são pequenos, de menor corrente.”
(Heródoto. História (trad.). livro II, 19-23. Chicago: Encyclopaedia Britannica Inc. 2.ª ed. 1990, p. 52-3 (com adaptações)).
(Heródoto. História (trad.). livro II, 19-23. Chicago: Encyclopaedia Britannica Inc. 2.ª ed. 1990, p. 52-3 (com adaptações)).
Nessa passagem, Heródoto critica a explicação de alguns gregos para os fenômenos do rio Nilo. De acordo com o texto, julgue as afirmativas abaixo.
I- Para alguns gregos, as cheias do Nilo devem-se ao fato de que suas águas são impedidas de correr para o mar pela força dos ventos do noroeste.
II- O argumento embasado na influência dos ventos do noroeste nas cheias do Nilo sustenta-se no fato de que, quando os ventos param, o rio Nilo não sobe.
III- A explicação de alguns gregos para as cheias do Nilo baseava-se no fato de que fenômeno igual ocorria com rios de menor porte que seguiam na mesma direção dos ventos.
II- O argumento embasado na influência dos ventos do noroeste nas cheias do Nilo sustenta-se no fato de que, quando os ventos param, o rio Nilo não sobe.
III- A explicação de alguns gregos para as cheias do Nilo baseava-se no fato de que fenômeno igual ocorria com rios de menor porte que seguiam na mesma direção dos ventos.
É correto apenas o que se afirma em
a) I.
b) II.
c) I e II.
d) I e III.
e) II e III.
b) II.
c) I e II.
d) I e III.
e) II e III.
Na prova do Enem 2009, tente resolver esta questão sobre os monumentos do Egito e o trabalho que está por trás de sua construção
Questão 50:
O Egito é visitado anualmente por milhões de turistas de todos os quadrantes do planeta, desejosos de ver com os próprios olhos a grandiosidade do poder esculpida em pedra há milênios: as pirâmides de Gizeh, as tumbas do Vale dos Reis e os numerosos templos construídos ao longo do Nilo.
O que hoje se transformou em atração turística era, no passado, interpretado de forma muito diferente, pois
a) significava, entre outros aspectos, o poder que os faraós tinham para escravizar grandes contingentes populacionais que trabalhavam nesses monumentos.
b) representava para as populações do alto Egito a possibilidade de migrar para o sul e encontrar trabalho nos canteiros faraônicos.
c) significava a solução para os problemas econômicos, uma vez que os faraós sacrificavam aos deuses suas riquezas, construindo templos.
d) representava a possibilidade de o faraó ordenar a sociedade, obrigando os desocupados a trabalharem em obras públicas, que engrandeceram o próprio Egito.
e) significava um peso para a população egípcia, que condenava o luxo faraônico e a religião baseada em crenças e superstições.
b) representava para as populações do alto Egito a possibilidade de migrar para o sul e encontrar trabalho nos canteiros faraônicos.
c) significava a solução para os problemas econômicos, uma vez que os faraós sacrificavam aos deuses suas riquezas, construindo templos.
d) representava a possibilidade de o faraó ordenar a sociedade, obrigando os desocupados a trabalharem em obras públicas, que engrandeceram o próprio Egito.
e) significava um peso para a população egípcia, que condenava o luxo faraônico e a religião baseada em crenças e superstições.
RESPOSTAS: QUESTÃO 41: A
QUESTÃO 50: A
Como funcionava a mumificação?
Mumificação é o nome do processo aprimorado pelos egípcios em que retiram-se os principais órgãos, dificultando assim a sua decomposição. Geralmente, os corpos são colocados em sarcófagos de pedra e envoltos por faixas de algodão ou linho. O processo de mumificação durava cerca de 70 dias. Mas podia durar mais ou menos, dependendo da classe social do morto.
A mumificação era um processo bastante complexo e demorado. O sacerdote (embalsamador) começava por retirar o cérebro do morto, com um gancho, por meio das narinas. Depois, faziam um corte no lado esquerdo do corpo, retirando os órgãos, que eram colocados em vasos próprios e guardados no túmulo. A única exceção era o coração, que era recolocado no lugar, por ser necessário na outra vida.
Então, o corpo era coberto com natrão (cristais de sal) e deixado a secar durante 70 dias. Após esse processo, as cavidades eram cheias com linho e substâncias aromáticas, e enrolava-se o corpo com ligaduras. Os olhos eram cheios com linho ou pedras pintadas de branco. Também os animais de estimação eram por vezes embalsamados e colocados em sepulturas próprias.
Neste jogo, você interpreta um embalsamador, ou seja, um responsável pelos rituais de mumificação. O objetivo é cumprir todos os passos do ritual corretamente, para que a alma do morto possa alcançar o paraíso.
Para ter acesso ao game clique aqui.
Jogo: Construtor de Pirâmides
O que eram as pirâmides?
As chamadas pirâmides do Egito, denominadas como pirâmides de Gizé, localizam-se no planalto de Gizé, na margem esquerda do rio Nilo, próximo à cidade do Cairo, no Egito. São as únicas remanescentes das sete maravilhas do mundo antigo.
Constituem-se em estruturas monumentais construídas em pedra e, como o nome também indica, apresentam uma base retangular e quatro faces triangulares (por vezes trapezoidais, nas pirâmides egípcias mais antigas, denominadas como mastabas) que convergem para um vértice. No total foram identificadas cerca de 80 pirâmides em todo o país, embora a sua maior parte esteja reduzida a montículos de terra.
As pirâmides no planalto de Gizé foram erguidas pelo faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos há cerca de 2700 a.C., desde o início do Antigo Reinado até perto do Período Ptolomaico. A época em que atingiram o seu apogeu iniciou-se com a III Dinastia e terminou na VI Dinastia (2686 – 2345 a.C.). Primitivamente não se constituíam em estruturas isoladas, mas sim integradas num complexo arquitetônico de vastas dimensões.
Neste jogo, você deve fazer uma jornada ao coração do reino do antigo Egito, durante a era das pirâmides. Como vizir e chefe de estado, você assumiu o projeto de construção da pirâmide do rei. A questão é: você tem o conhecimento necessário para isso?
Para ter acesso ao game clique aqui.
QUIZ: Egito Antigo
Teste seus conhecimentos sobre este assunto com o quiz. Aprenda os principais conceitos desta aula e fique fera nas avaliações.
Para ter acesso ao quiz clique aqui.
Jogo: Enigma do Hieróglifos
Este jogo consiste em quatro desafios encontrados em determinados lugares do mapa. Depois de completar cada desafio com sucesso, você será recompensado com parte do mapa hieroglífico, que ficará totalmente completo depois que você completar os quatro desafios. Ao chegar neste ponto, prepare-se para o grande desafio final.
Para jogar, clique aqui para jogar.
Escreva seu nome em hieróglifo
Escreva seu nome na antiga língua dos hieróglifos. O processo é bem simples. Basta acessar o site e digitar o seu nome. O site apresenta alguns recursos adicionais, como números, gênero (masculino ou feminino), entre outros.
terça-feira, 11 de março de 2014
Trabalho compulsório no Antigo Egito
Trabalho compulsório no Antigo Egito
Vamos começar a analisar a relação entre os homens e o trabalho em diferentes momentos históricos. Será possível perceber que durante boa parte da história da humanidade o trabalho foi desvalorizado, tido como algo negativo e desprezível.
Comecemos, pois, pela grande civilização egípcia que floresceu nas proximidades do Rio Nilo. Foi no Egito que se desenvolveu um tipo de sociedade teocrática. Nessa sociedade o governante, no caso o Faraó, era considerado um monarca de origem divina e é claro, ocupava o topo da hierarquia. Abaixo do Faraó existiam funcionários do governo, sacerdotes e governantes locais que constituíam uma elite no Egito antigo. Os camponeses, ou "felás" que constituíam a grande maioria da população cultivavam a terra e pagavam pelo uso da terra que pertencia ao faraó. Esse pagamento geralmente era feito em determinadas quantidades de cereal. Muitos camponeses também prestavam serviços ao faraó na construção de grandes obras públicas, como os canais de irrigação, templos e túmulos.
Existia escravidão no Egito antigo, geralmente obtidos por meio de guerras, contudo, mesmo alcançando um número expressivo em determinados momentos, a escravidão sempre foi insuficiente para suprir a demande de mão-de-obra necessária para as colheitas e para a realização das obras públicas. Tendo em vista essa insuficiência de escravos, era comum o recrutamento de homens livres, que através do trabalho compulsório – e mesmo contra a sua vontade – eram obrigados a trabalhar para o Estado. Essas pessoas poderiam prestar serviço na construção de um túmulo real, onde eram alojadas à noite. Caso tentasse fugir, o trabalhador compulsório poderia sofrer severas punições, inclusive se tornando um escravo.
É possível perceber, que mesmo não constituindo um trabalho escravo, o trabalho compulsório se aproximava muito da escravidão uma vez que o recrutamento não levava em conta o consentimento do trabalhador, que ficava retido durante o período em que prestava serviço ao Estado e, poderia sofrer punições caso violasse as regras estipuladas.
Comecemos, pois, pela grande civilização egípcia que floresceu nas proximidades do Rio Nilo. Foi no Egito que se desenvolveu um tipo de sociedade teocrática. Nessa sociedade o governante, no caso o Faraó, era considerado um monarca de origem divina e é claro, ocupava o topo da hierarquia. Abaixo do Faraó existiam funcionários do governo, sacerdotes e governantes locais que constituíam uma elite no Egito antigo. Os camponeses, ou "felás" que constituíam a grande maioria da população cultivavam a terra e pagavam pelo uso da terra que pertencia ao faraó. Esse pagamento geralmente era feito em determinadas quantidades de cereal. Muitos camponeses também prestavam serviços ao faraó na construção de grandes obras públicas, como os canais de irrigação, templos e túmulos.
Existia escravidão no Egito antigo, geralmente obtidos por meio de guerras, contudo, mesmo alcançando um número expressivo em determinados momentos, a escravidão sempre foi insuficiente para suprir a demande de mão-de-obra necessária para as colheitas e para a realização das obras públicas. Tendo em vista essa insuficiência de escravos, era comum o recrutamento de homens livres, que através do trabalho compulsório – e mesmo contra a sua vontade – eram obrigados a trabalhar para o Estado. Essas pessoas poderiam prestar serviço na construção de um túmulo real, onde eram alojadas à noite. Caso tentasse fugir, o trabalhador compulsório poderia sofrer severas punições, inclusive se tornando um escravo.
É possível perceber, que mesmo não constituindo um trabalho escravo, o trabalho compulsório se aproximava muito da escravidão uma vez que o recrutamento não levava em conta o consentimento do trabalhador, que ficava retido durante o período em que prestava serviço ao Estado e, poderia sofrer punições caso violasse as regras estipuladas.
Trabalhadores egípcios
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