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Mostrando postagens com marcador Professores. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 14 de novembro de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
Sugestões de avaliação
Sugestões de avaliação encontradas no site da editora moderna
Avaliações 5a série / 6o ano | Gabaritos |
Avaliações 6a série / 7o ano | Gabaritos |
Avaliações 7a série / 8o ano | Gabaritos |
Avaliações 8a série / 9o ano | Gabaritos |
quarta-feira, 5 de março de 2014
Introdução/Conclusão como fazer
A introdução e conclusão serão as partes
mais fáceis do trabalho.
Na introdução você deve como o nome diz introduzir o seu trabalho.. mas voce pode me perguntar... Introduzir o trabalho onde?? e eu te respondo... No contexto... por exemplo... qual a abrangência do seu trabalho?? você vai falar sobre o que?
Na introdução você deve como o nome diz introduzir o seu trabalho.. mas voce pode me perguntar... Introduzir o trabalho onde?? e eu te respondo... No contexto... por exemplo... qual a abrangência do seu trabalho?? você vai falar sobre o que?
Definido o trabalho você pode fazer a introdução assim: falar
da origem do seu tema; dizer na atualidade qual a importância do tema; definir
o porque delimitou o seu tema; dizer os objetivos do trabalho...
Pronto, colocando : origem do tema, importância do tema (justificativa do trabalho), delimitação do tema e os objetivos, com certeza você terá sempre uma ótima introdução para qualquer trabalho.
Pronto, colocando : origem do tema, importância do tema (justificativa do trabalho), delimitação do tema e os objetivos, com certeza você terá sempre uma ótima introdução para qualquer trabalho.
DEVE-SE
EVITAR EM UMA INTRODUÇÃO
- Iniciar uma idéia geral que não transpassa por todo o texto (o uso de idéias totalmente diferentes);
- Iniciar a introdução com as mesmas palavras do título;
- Frequente fazer desvios do assunto principal;
- Escrever período longo;
- Escrever de forma pessoal, ou seja, usar a 1ª pessoa
- Iniciar uma idéia geral que não transpassa por todo o texto (o uso de idéias totalmente diferentes);
- Iniciar a introdução com as mesmas palavras do título;
- Frequente fazer desvios do assunto principal;
- Escrever período longo;
- Escrever de forma pessoal, ou seja, usar a 1ª pessoa
A conclusão é mais fácil ainda. Deve ser feita sempre no final do trabalho e, na verdade, como o próprio nome diz, a conclusão de tudo o que foi feito no trabalho (um resumo do que você concluiu... sua opinião ).
DEVE-SE EVITAR EM UMA CONCLUSÃO
- O principal defeito não conseguir finalizar;
- Evitar as expressões “em resumo”, “concluindo”, “terminando”.
Como usar lousa e giz na sala de aula
Como usar lousa e giz na sala de aula
A
princípio, estas dicas podem causar um estranhamento. Afinal, em pleno séc.
XXI, com acesso a recursos digitais inovadores, por que falar em ferramentas
tão antiquadas quanto os centenários quadros negros? Se mesmo as escolas mais
pobres contam com sala informatizada e aparelhos de data show, porque bater a
tecla no bolorento giz?
Podemos destacar as
dificuldades que a escola e, consequentemente, os professores têm em utilizar
este tipo de tecnologia. É fato que muitas escolas não ensinam o professor a
utilizar a lousa e giz, empurrando o mesmo para a sala de aula, como se a
experiência anterior como aluno, ou mesmo a posterior graduação, fossem
suficientes medidores de competência didática.
As dicas
As
dicas serão apresentadas com adaptações.
1. Use diversas cores de giz e não
apenas o giz branco: o
giz é uma ferramenta pobre e se você usar apenas giz branco sua lousa será
horrivelmente monótona. Procure usar uma padronagem coerente de cores: por
exemplo, use sempre as mesmas cores para cada categoria como títulos,
subtítulos, destaques, anotações importantes, etc.
2. Divida corretamente o espaço da
lousa: deixe
um espaço de meio metro à esquerda da lousa para anotações sobre a pauta da
aula, data, capítulo, etc. e mantenha esse pedaço da lousa sem apagá-lo durante
toda a aula. Deixe outro meio metro do lado direito da lousa para anotações
provisórias (como contas ou outras anotações que poderão ser feitas e apagadas
durante a aula). Use sempre uma mesma cor para fazer linhas divisórias.
3. No espaço restante da lousa, procure
fazer divisões em retângulos tanto mais próximos quanto possível do “retângulo
de ouro”: se
sua lousa tem 1 m
de altura, faça divisões com comprimentos de 1,6 m cada uma,
aproximadamente (ou seja, você deve dividir a lousa em retângulos cujo
comprimento seja 1,6 vezes maiores do que a altura.
4. Use letras grandes e traços grossos: Até o aluno de visão mais aguçada ficará
grato se não tiver que adivinhar o que foi que você quis escrever com aquela nanoletra
ilegível que você mesmo mal enxerga estando a dez centímetros dela.
5. Se sua letra for feia, treine muito
até que ela fique bonita: professor
não é médico e lousa não é receituário. Ou você escreve de uma forma legível e
com letra bonita e caprichada ou passa a usar artefatos tecnológicos que o
dispensem disso (como notebooks e datashows, por exemplo).
6. Dê palestras, não “aulinhas”: Use uma vareta ou uma régua de 1 m como apontador para indicar
aquilo sobre o que estiver falando durante suas explicações (apontadores laser
não funcionam muito bem em lousas escritas com giz) e jamais fique de costas
para a sala durante as explicações.
7. Prepare sua aula e o uso da sua
lousa: certifique-se
de que colocará na lousa apenas o essencial para organizar as idéias, conceitos
e informações que serão apresentadas e trabalhadas em aula. Use a lousa como
ferramenta de apoio e não como desculpa para enrolar a classe.
8. Não seja conivente com a
irresponsabilidade: Se
sua escola não fornecer giz colorido, apagadores ou lousas onde se possa
escrever, escreva um e-mail solicitando em caráter emergencial o que lhe falta
e envie para a Secretaria de Educação do seu município ou do seu estado, a
cargo da área pedagógica.
9. Recolha todas as pontas pequenas de
giz que sobrarem depois da aula e leve-as com você: se a escola não tiver quem as recolha e
recicle, jogue-as no lixo da sala dos professores. Isso evita que encontremos
pontas de giz espalhadas pelos corredores e aconteçam pequenas guerrilhas
coloridas na sala de aula.
10. Use sempre um creme para as mãos à
base de silicone antes de usar o giz: O giz resseca a pele da mão, causa
ruptura nas cutículas, é horrível para limpar, fica grudado debaixo das unhas
(principalmente para quem tem unhas grandes) e se aspirado ao longo de muito
tempo seu pó pode causar câncer, enfisema e outras doenças decorrentes da
acumulação de seus minerais no pulmão.
Como evitar o copismo escolar na Era da Informação
Como evitar o copismo escolar na Era da Informação
1-
Valorize a opinião pessoal, as reflexões, idéias e comentários dos alunos: ao pedir trabalhos, utilize termos como
“explique com as suas palavras”, ou “dê a sua opinião”. Da mesma forma,
estimule a criação de blogs ou wikis para
a troca de idéias.
2-
Contextualize o trabalho: um
trabalho específico e concreto sobre o assunto estudado será mais difícil de
copiar.
3-
Incentive a investigação nos trabalhos: que sejam os alunos que, depois da
observação do meio, façam as perguntas aos especialistas e a consulta em
diferentes fontes.
4-
Peça que complementem o texto com outras ações de compreensão: tais como resumos,mapas conceituais, entrevistas, ilustrações,
vídeos, fotos, entre outros.
5-
Mude o enunciado do trabalho por um caso ou problema a ser resolvido: faça a informação partir de um estudo de
caso, fazendo o aluno buscar soluções para dado problema. Isto estimula a
compreensão, assimilação e transferência da informação procurada.
6-
Utilize a técnica de Caça ao Tesouro: esta técnica faz com que o aluno, além
de buscar a informação, analise e compreenda.
7-
Peça as fontes utilizadas na pesquisa: muitos alunos não sabem como escrever a
bibliografia ou citar um autor dentro do texto e simplesmente copiam da
internet. É necessário ensinar como fazê-lo.
8-
Utilize Webquests e Miniquests: estas técnicas são baseadas na
aprendizagem construtivista e estimulam a investigação.
9-
Complemente o trabalho com outros que envolvam a leitura e compreensão do tema:exemplos
são apresentações em sala de aula, criação de painéis, fórums de discussão,
entre outros.
10-
Leve em conta o bom uso da internet nos critérios de avaliação: valorize a redação própria, a seleção da
informação, apresentação dos dados mais relevantes sobre o tema, o formato e
design do trabalho.
Como estudar história
Como estudar história
1-Situe
o fato no tempo e espaço: Saber
quando e onde ocorreu determinado fato histórico é condição elementar para
saber história.
2- Analise o contexto histórico: contexto histórico é o conjunto de acontecimentos que cerca o fato em questão. É o ponto mais importante do roteiro, pois mostra que não existem fatos isolados. A noção do contexto histórico rompe com a decoreba de conteúdos.
3- Conheça os antecedentes: antecedentes são as causas de determinado fato histórico, e estão interligados ao contexto histórico. As causas permitem entender os motivos que levaram ao fato.
4- Compreenda o fato: isto é, entenda o evento propriamente dito, através de suas características e seu significado histórico.
5- Perceba os seus desdobramentos: desdobramentos são as consequências do fato estudado. Conhecer as consequências permite estabeleceremos um gancho para analisar o próximo fato histórico.
2- Analise o contexto histórico: contexto histórico é o conjunto de acontecimentos que cerca o fato em questão. É o ponto mais importante do roteiro, pois mostra que não existem fatos isolados. A noção do contexto histórico rompe com a decoreba de conteúdos.
3- Conheça os antecedentes: antecedentes são as causas de determinado fato histórico, e estão interligados ao contexto histórico. As causas permitem entender os motivos que levaram ao fato.
4- Compreenda o fato: isto é, entenda o evento propriamente dito, através de suas características e seu significado histórico.
5- Perceba os seus desdobramentos: desdobramentos são as consequências do fato estudado. Conhecer as consequências permite estabeleceremos um gancho para analisar o próximo fato histórico.
Aplicação
Exemplo
de aplicação deste roteiro:
a) Fato Hist.órico: Primeira Guerra Mundial.
b) Espaço e Tempo: Europa, de 1914 a 1918.
c) Contexto Histórico: Imperialismo, Política de Alianças, Paz Armada.
d) Causas: Disputa de mercados imperialistas, Divergências político-econômicas, Revanchismos, Nacionalismo.
e) Evento: A guerra, O início, Blocos militares em conflito, Etapas, O término.
f) Consequências: Tratado de Versalhes, Fim da hegemonia européia, Surgimento de novas nações, EUA como potência mundial, Criação da Liga das Nações, Revanchismo alemão, Fortalecimento do nazi-fascismo
c) Contexto Histórico: Imperialismo, Política de Alianças, Paz Armada.
d) Causas: Disputa de mercados imperialistas, Divergências político-econômicas, Revanchismos, Nacionalismo.
e) Evento: A guerra, O início, Blocos militares em conflito, Etapas, O término.
f) Consequências: Tratado de Versalhes, Fim da hegemonia européia, Surgimento de novas nações, EUA como potência mundial, Criação da Liga das Nações, Revanchismo alemão, Fortalecimento do nazi-fascismo
sábado, 1 de março de 2014
Planos de aula de História
Nova Escola
O portal da revista Nova Escola tem um bom conjunto de planos de aula, divididos por etapas e eixos temáticos:
UOL Educação
O canal educacional do portal UOL apresenta os planos de aula dividos em História Geral e História do Brasil, por etapas:
Portal do Professor
Pertence ao MEC e é um dos mais promissores canais para planos de aula, pois é editado por professores de todo o país. Existem várias formas de pesquisa personalizada:
Educarede
O portal Educarede oferece um bom acervo de planos de aula, chamados de baú:
10 jogos educativos online gratuitos
Os professores já perceberam que para o novo perfil de aluno, educar vai muito além da clássica sala de aula. Utilizar jogos digitais que unem aspectos lúdicos com conteúdos pedagógicos pode auxiliar tanto no processo de aprendizagem das disciplinas tradicionais, quanto no desenvolvimento dos estudantes. Por isso, escolas de todo o mundo têm incluído os games no currículo de vários níveis de ensino.
EM PORTUGUÊS
EM PORTUGUÊS
1. Olimpíadas de Jogos Dirgitais e Educação (OjE)
Imagine uma olimpíada de conhecimento em que alunos dos ensinos Fundamental e Médio podem acumular pontos jogando durante todo ano letivo. Essa é uma iniciativa da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco. A OjE funciona como uma rede social com games que desafiam os jogadores em uma aventura de RPG que estimula habilidades cognitivas e colaborativas. Há desde enigmas inspirados no Enem e wikigames, que exploram competências interpretativas de leitura, a jogos de realidade alternativa, que misturam atividades virtuais e presencias.2. Ludo Primeiros Passos
O Ludo Primeiros Passos é um jogo que auxilia no processo de alfabetização de crianças. Em uma espécie de tabuleiro virtual, o jogador precisa conduzir o seu carro até o final, vencendo desafios que brincam com letras, palavras e sílabas.3. Contra a Dengue
Para passar por casa fase, o personagem deve eliminar o mosquito causador da doença em diversos cenários e com diferentes desafios. Voltado ao público em geral, o game auxilia na conscientização do combate à dengue, ensinando práticas para erradicar o inseto inimigo.4. Cidade Verde
Em um ambiente virtual, o aluno é o prefeito que deve construir sua cidade de forma sustentável, atendendo às necessidades sociais e desenvolvendo a economia com preocupação ambiental. Por meio de desafios, são abordados temas como mobilidade, coleta de lixo, tratamento de esgoto, desmatamento, consumo e gestão pública de gastos.5. Mito da Caverna
O jogo se inspira na famosa parábola do filósofo Platão, que mostra como o ser humano pode se libertar da escuridão que o aprisiona por meio da luz da verdade. Voltado a estudantes do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, o conteúdo pedagógico do Mito da Caverna foi construído com base nos Parâmetros Curriculares Nacionais. No site estão disponíveis um Guia do Professor, que orienta como o jogo pode ser usado como prática educadora, e um sistema para avaliação e acompanhamento do estudante.Em inglês
6. September 12th
O “September 12th” (12 de setembro) foi responsável pela criação do termo “newsgame”, que são jogos eletrônicos baseados em notícias jornalísticas. Na realidade virtual, as bombas não só matam, mas causam danos colaterais e, quando os civis choram, os mortos inocentes se transformam em terroristas enquanto o jogador vai percebendo que não é possível ganhar atirando. Ao transmitir a mensagem que violência gera violência, o jogo pode ser utilizado por professores para discutir o terrorismo.7. Way
Em “Way” (Caminho), o usuário começa a aventura sozinho, mas depois percebe que está jogando simultaneamente com outro jogador, de qualquer parte do mundo. Durante a jornada, um dependerá do outro para continuar e completar os desafios, estimulando o senso de colaboração entre dois estranhos.8. Elude
O jogo pretende desmentir a visão de que a depressão é simplesmente uma tristeza, mas um sentimento complexo que representa uma falha de conexão com o mundo exterior. Por meio de uma experiência metafórica, “Elude” (Iludir) mostra ao jogador como a ascensão e queda de humor podem ser vivenciados em diferentes perspectivas.9. Closed World
Esse jogo revela os desafios enfrentados pela juventude LGBT, estimulando a luta por seus direitos. Em Closed World (Mundo fechado), o personagem deve desconsiderar os rumores de que existem demônios na floresta que supostamente poderiam destruir a aldeia, e superar as dificuldades de uma relação proibida explorando o que está dentro da floresta.10. Climate Challenge
Em Climate Challenge (Desafio do Clima), o jogador assume o papel de presidente da Europa e deve promover políticas públicas adequadas para cumprir a meta de reduzir as emissões de carbono até 2100. Ao mesmo tempo, ele deve verificar se há água, energia e alimentação suficiente para a população, controlando seus gastos.
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